Que coisa mágica! Ainda é amanhã (11). Mas sexta-feira, na tentativa de falar de improviso, e introspectivo como sou em homenagem às Mães que trabalham no Departamento de Comunicação do Governo tentei fazer um relato da trajetória altiva, corajosa e visão de vida de uma mulher que gestou 14 filhos, dois morreram pequenos, e mesmo sem ser uma intelectual ensinou tudo que é bom e ético a cada um de nós da família Oliveira e Lima, minha falecida genitora Nair. De repente, não conseguia mais concatenar as ideias e nem conter a emoção que entrecortou palavras e quase levou-me ao choro copioso, quando o momento era de muita confraternização e alegria. Obrigado mesmo assim a todas que se esforçaram em compreender meu gesto e emoção, pois somente assim terei a certeza de haver externado às Mamães do mundo inteiro, brancas, negras, pobres, ricas, cultas e incultas um sentimento incontido que me toma de assalto sempre que se aproxima o Dia das Mães, comemorado todo segundo domingo de maio. obrigado Mamãe!
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